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 <title>Flux RSS du GERM</title>
 <link>http://www.mondialisations.org/php/public/index.php</link>
 <description>On trouvera ici une sélection des articles d'information et d'analyse publiés sur le site www.mondialisations.org du GERM, qui rendent compte de la richesse et de la diversité des figures des mondialisations contemporaines, ainsi que des débats qu'elles suscitent.</description>
 <language>FR</language>
 <pubDate>Sat, 02 May 2026 21:44:42</pubDate>
 <lastBuildDate>Sat, 02 May 2026 21:44:42</lastBuildDate>
 <managingEditor>germ.mondialisations@gmail.com (GERM)</managingEditor>
 <webMaster>germ.mondialisations@gmail.com (GERM)</webMaster>
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 <title> Acesso ao aborto não está garantido mesmo nos países onde é legal</title>
 <link>http://voxeurop.eu/fr/2018/pianificazione-familiare-5122015</link>
 <description>Em vários países europeus não são necessárias leis contra o aborto, devido a falta de ginecologistas disponíveis, o que torna a interrupção de gravidez quase impossível.
A Irlanda realizou um referendo em 25 de maio, perguntando aos eleitores se eles querem ou não revogar a oitava alteração da Constituição irlandesa que garante o direito legal de vida do feto e da mãe e que impede o aborto em quase todos os casos. A legislação antiaborto deste país é uma das mais duras do mundo.</description>
 <pubDate>Mon, 25 Jun 2018 00:00:00 +0000</pubDate>
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 <title> Mulheres na economia verde</title>
 <link>http://www.mondialisations.org/php/public/art.php?id=41151&amp;lan=PO</link>
 <description>Quando há mais mulheres a trabalhar, as economias crescem. De acordo com o Fórum Económico Mundial, uma maior igualdade de género, que implica um maior uso do capital humano, correlaciona-se positivamente com o PIB per capita, a competitividade e o desenvolvimento humano. Desperdiçar esse capital tem o efeito contrário: o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento refere que a desigualdade de género custa à África subsariana, só para dar como exemplo, 95 mil milhões de dólares (ou 6% do PIB) por ano, em média.

No entanto, as mulheres de todo o mundo ainda enfrentam uma enorme desigualdade de género em termos de emprego e salários. A taxa de participação das mulheres no mercado de trabalho mundial tem oscilado em torno dos 50% desde 1990, em comparação com a taxa de mais de 75% para os homens. E, na maioria dos países, as mulheres que trabalham ganham, em média, apenas entre 60 a75 cêntimos de dólar por cada dólar que os homens ganham.</description>
 <pubDate>Wed, 03 May 2017 00:00:00 +0000</pubDate>
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 <title> Por que há mais mulheres que homens pobres no mundo? </title>
 <link>http://www.mondialisations.org/php/public/art.php?id=41025&amp;lan=PO</link>
 <description>A desigualdade de gênero é uma das formas da desigualdade mais antigas e profundas do mundo. Priva as mulheres de ter voz própria, desvaloriza seu trabalho e as coloca em situação de desvantagem frente aos homens, tanto no ambiente domiciliar como em escala nacional e mundial. 

Apesar de alguns avanços importantes nos últimos anos, não há nenhum país no mundo em que a exista igualdade econ\'mica entre homens e mulheres. E são as mulheres que estão mais vulneráveis a viver na pobreza.
Salários baixos - Em todo o mundo, a diferença salarial entre homens e mulheres é de 23%. No ritmo atual, será necessário um período de 170 anos para eliminar essa diferença. Hoje, existem 700 milhões de mulheres a menos do que homens com trabalho remunerado. </description>
 <pubDate>Thu, 02 Mar 2017 00:00:00 +0000</pubDate>
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 <title> Quem são as mulheres do 8 de março</title>
 <link>http://www.mondialisations.org/php/public/art.php?id=41011&amp;lan=PO</link>
 <description>Aos gritos de "Aposentadoria fica e Temer sai", uma das diversas marchas das mulheres ocorridas em São Paulo se reuniu na Praça da Sé com destino à Praça da República e teve como foco principal a Reforma da Previdência proposta por Michel Temer.
Segundo os organizadores da marcha, cerca de 30 mil manifestantes se reuniram na tarde de quarta-feira 8. A Polícia Militar não estimou o número de participantes. 
CartaCapital esteve presente na Praça da Sé para entender quais motivos levaram as mulheres às ruas:</description>
 <pubDate>Thu, 09 Mar 2017 00:00:00 +0000</pubDate>
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 <title> No 8M, mulheres dirão "basta" à violência e à retirada de direitos, diz professora</title>
 <link>http://www.mondialisations.org/php/public/art.php?id=40973&amp;lan=PO</link>
 <description>No próximo 8 de março, quando é celebrado o Dia Internacional da Mulher, mulheres de todo o mundo organizam uma greve geral, contra os retrocessos e pela garantia de direitos. Aqui no Brasil, a principal pauta dos movimentos feministas é a luta contra a reforma da Previdência, que afeta diretamente a vida das mulheres, além da retirada de direitos sociais promovida pelo governo Temer.

Para entender melhor esse e outros temas da luta das mulheres, a Rádio Brasil de Fato conversou com Maíra Kubík, jornalista e professora do departamento de Gênero e Feminismo da Universidade Federal da Bahia. A professora explica que é possível "enxergar o machismo em todos os momentos do nosso cotidiano, porque ele quer dizer que as mulheres estão em uma posição social inferior aos homens", diz. </description>
 <pubDate>Mon, 06 Mar 2017 00:00:00 +0000</pubDate>
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 <title> Blog feminista de Lola Aronovich é censurado após ataques machistas</title>
 <link>http://www.mondialisations.org/php/public/art.php?id=40874&amp;lan=PO</link>
 <description>Denúncias em massa organizadas por grupos de ódio na internet fizeram o blog "Escreva Lola Escreva", da ativista feminista Lola Aronovich, ter várias publicações censuradas pelo Google na última semana. Com nove anos de existência, o blog é uma plataforma de referência sobre questões da luta feminista no Brasil.

As tentativas de boicote ao blog, no entanto, não começaram agora. Lola, que é professora de Literatura em Língua Inglesa na Universidade Federal do Ceará (UFC), sofre agressões e ameaças há anos. Em relato na página, ela conta que um desses grupos, que constitui um chan online " fórum an\'nimo que qualquer usuário pode acessar " a persegue e a ameaça há 6 anos e está sendo investigado por enviar um e-mail ao reitor da UFC afirmando que, caso ela não fosse demitida, cometeriam um atentado na universidade.

A plataforma foi restaurada apenas na noite de sexta-feira (13), após solicitações de explicações feitas pela autora ao Google. As denúncias fizeram com que imagens do blog começassem a sumir, sendo substituídas por pontos de exclamação.</description>
 <pubDate>Mon, 16 Jan 2017 00:00:00 +0000</pubDate>
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 <title> Aumenta violência contra a mulher negra</title>
 <link>http://www.ipsnoticias.net/portuguese/2016/11/ultimas-noticias/aumenta-violencia-contra-a-mulher-negra/</link>
 <description>oePara as mulheres negras, a situação se agravou”, apontou à IPS a médica Jurema Werneck, uma das coordenadoras da organização Criola, que promove os direitos das afrodescendentes. Em dez anos, os assassinatos de mulheres negras por razões de gênero aumentaram 54,2%, chegando a 2.875 em 2013, enquanto entre as brancas houve redução de 9,8%, de um total de 1.747, em 2003, para 1.576, em 2013, segundo o Mapa da Violência. oeO racismo explica esse contraste. Os mecanismos de combate à violência não protegem a vida de todos igualmente”, afirmou Werneck</description>
 <pubDate>Tue, 22 Nov 2016 00:00:00 +0000</pubDate>
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 <title> Mulheres argentinas realizam primeira greve nacional contra a violência de gênero</title>
 <link>http://www.mondialisations.org/php/public/art.php?id=40433&amp;lan=PO</link>
 <description>oeHoje paramos para visibilizar nossas resistências ao terrorismo de Estado, à guerra suja que atravessa a todos os nossos territórios, nossos corpos, e à violência cotidiana que nos extermina e nos exclui”, apontou Piedrahita. oeNa Col\'mbia e em todo o continente, nós mulheres exigimos dos Estados e da sociedade que pare a guerra contra nós. A paz sim as mulheres não vai por esse caminho, vamos por oenenhuma a menos” latino-americano, que à viva voz encoraje a consigna: de noite ou de dia, nuas ou vestidas, na guerra ou na paz, que respeitem nossas vidas”. [...] oeA raiva é a pólvora, a organização a faísca”, disse a Assembleia de Mexicanxs na Argentina e, por isso, afirmam que a oeAmérica Latina se acende contra os feminicídios, do Rio de la Plata até o Rio Bravo, por toda nossa Abya Yala gritamos: não mais assassinadas pelo patriarcado, a heteronormatividade e o capitalismo”.</description>
 <pubDate>Wed, 19 Oct 2016 00:00:00 +0000</pubDate>
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 <title> Meta difícil: não deixar ninguém atrás</title>
 <link>http://www.ipsnoticias.net/2016/09/la-dificil-meta-de-no-dejar-a-nadie-fuera-de-los-ods/</link>
 <description>Um ano depois de aprovados os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), com data-limite para 2030, os países membros da Organização das Nações Unidas (ONU) reiteraram seu compromisso de não deixar ninguém para trás, uma meta que parece cada vez mais idealista e pouco factível. Um ano depois de aprovados os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), com data-limite para 2030, os países membros da Organização das Nações Unidas (ONU) reiteraram seu compromisso de não deixar ninguém para trás, uma meta que parece cada vez mais idealista e pouco factível. [...] oeLevar a sério encontrar e ajudar os que estão mais atrasados não é um exercício técnico, mas um exercício profundamente político”, [ressaltou Danny Sriskandarajah, secretário-geral da organização Civicus].</description>
 <pubDate>Mon, 26 Sep 2016 00:00:00 +0000</pubDate>
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 <title> O esporte para o empoderamento feminino</title>
 <link>http://www.ipsnoticias.net/2016/08/inclusion-de-las-mujeres-en-el-deporte-compite-en-juegos-de-rio/</link>
 <description>Essa situação oeé injusta”, pois oeo esporte tem o poder de mudar vidas”, com autoconfiança e capacidade de iniciativa, destacou Phumzile Mlambo-Ngcuka, diretora executiva da ONU Mulheres, na apresentação do projetoUma Vitória Leva a Outra, que aconteceu nodia 6 deste mês, no Rio de Janeiro.Um dos grandes desafios do programa é oeigualar o campo de jogo para homens e mulheres. </description>
 <pubDate>Fri, 12 Aug 2016 00:00:00 +0000</pubDate>
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 <title> Silêncio sobre violência de gênero deve acabar</title>
 <link>http://www.ipsnews.net/2016/07/breaking-the-silence-on-gender-based-violence/</link>
 <description>O Ministério de Serviços Públicos e Assuntos de Gênero e Juventude do Quênia cria e fortalece os centros de recuperação para vítimas de violência sexual e de gênero, com apoio do Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA). No dia 1º deste mês, foi criado um desses centros no hospital deste condado, com a colaboração do governo de Kilifi.
A resposta à violência sexual e de gênero é confusa porque, apesar de ser uma das violações de direitos humanos mais generalizada no mundo, é um dos crimes menos processados pela justiça. É um problema que afeta todas as comunidades, os níveis de renda e as religiões e implica metade da humanidade.</description>
 <pubDate>Fri, 01 Jul 2016 00:00:00 +0000</pubDate>
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 <title> ONG Rio de Paz faz ato contra abuso sexual na Praia de Copacabana</title>
 <link>http://oglobo.globo.com/rio/ong-rio-de-paz-faz-ato-contra-abuso-sexual-na-praia-de-copacabana-19448697</link>
 <description>A ONG Rio de Paz faz um ato público na manhã desta segunda-feira, na Praia de Copacabana, na Zona Sul, contra o abuso sexual. A manifestação acontece na altura do Copacabana Palace até as 18h. Vinte painéis foram fixados na areia com rostos femininos marcados de vermelho, fazendo a alusão às marcas da violência sofrida por mulheres. Além disso, 420 calcinhas, nas cores vermelho e branco, foram espalhadas no local.
</description>
 <pubDate>Mon, 06 Jun 2016 00:00:00 +0000</pubDate>
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 <title> “A luta feminista está presente em diferentes âmbitos sociais”</title>
 <link>http://www.brasildefato.com.br/node/29955</link>
 <description>Para a teóloga e filósofa Ivone Gebara, a tentativa  é de sensibilizar e  conscientizar a sociedade  não apenas para a causa da dignidade feminina, mas para as necessárias  mudanças estruturais que  possibilitem uma nova relação entre as pessoas.</description>
 <pubDate>Fri, 26 Sep 2014 00:00:00 +0000</pubDate>
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 <title> Igualdade entre homens e mulheres: progressos lentos mas seguros</title>
 <link>http://www.mondialisations.org/php/public/art.php?id=36721&amp;lan=PO</link>
 <description>Segundo um relatório anual da UE publicado hoje, as disparidades em matéria de igualdade entre homens e mulheres na Europa estão a diminuir, mas os progressos são lentos.

O relatório aponta para desigualdades persistentes entre homens e mulheres em matéria de emprego, remuneração e representação, enquanto que a violência contra as mulheres continua a ser um grande problema.</description>
 <pubDate>Mon, 14 Apr 2014 00:00:00 +0000</pubDate>
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 <title> Fórum Social Sul da Ásia (18 - 22 de novembro 2011, Dhaka - Bangladesh)</title>
 <link>http://www.mondialisations.org/php/public/art.php?id=34722&amp;lan=PO</link>
 <description></description>
 <pubDate>Fri, 18 Nov 2011 00:00:00 +0000</pubDate>
 <guid>http://www.mondialisations.org/php/public/art.php?id=34722&amp;lan=PO</guid>
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 <title> Igualdade de Gênero: a coisa certa e inteligente a fazer – Relatório do Banco Mundial</title>
 <link>http://www.mondialisations.org/php/public/art.php?id=34706&amp;lan=PO</link>
 <description></description>
 <pubDate>Sun, 18 Sep 2011 00:00:00 +0000</pubDate>
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 <title> De céticos a cínicos</title>
 <link>http://www.mondialisations.org/php/public/art.php?id=34657&amp;lan=PO</link>
 <description></description>
 <pubDate>Tue, 30 Aug 2011 00:00:00 +0000</pubDate>
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 <title> 2ª Universidade de Verão do CADTM Europa</title>
 <link>http://www.cadtm.org/La-deuxieme-universite-du-CADTM</link>
 <description></description>
 <pubDate>Tue, 12 Jul 2011 00:00:00 +0000</pubDate>
 <guid>http://www.cadtm.org/La-deuxieme-universite-du-CADTM</guid>
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 <title> Países da América Latina e do Caribe aprovam ações para conquistar autonomia e igualdade das mulheres</title>
 <link>http://www.mondialisations.org/php/public/art.php?id=33516&amp;lan=PO</link>
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 <pubDate>Fri, 16 Jul 2010 00:00:00 +0000</pubDate>
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 <title> As cidades da América Latina também são delas</title>
 <link>http://www.brasildefato.com.br/v01/agencia/internacional/as-cidades-da-america-latina-tambem-sao-delas/view</link>
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 <pubDate>Wed, 26 May 2010 00:00:00 +0000</pubDate>
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 <title> Aids causa maioria das mortes de mulheres entre 15 e 49 anos, diz ONU</title>
 <link>http://news.bbc.co.uk/2/hi/health/8546655.stm</link>
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 <pubDate>Wed, 03 Mar 2010 00:00:00 +0000</pubDate>
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 <title> ONU pede atenção a refugiados do clima</title>
 <link>http://www1.folha.uol.com.br/folha/ambiente/ult10007u654609.shtml</link>
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 <pubDate>Thu, 19 Nov 2009 00:00:00 +0000</pubDate>
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 <title> Mais dólares no combate a violência contra mulheres</title>
 <link>http://envolverde.ig.com.br/materia.php?cod=44285&edt=1</link>
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 <pubDate>Mon, 10 Mar 2008 00:00:00 +0000</pubDate>
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 <title> O parlamentos se feminizam</title>
 <link>http://envolverde.ig.com.br/materia.php?cod=44128&edt=1</link>
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 <pubDate>Wed, 05 Mar 2008 00:00:00 +0000</pubDate>
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 <title> Igualdade de gênero, assunto de homens</title>
 <link>http://envolverde.ig.com.br/materia.php?cod=43828&edt=1</link>
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 <pubDate>Wed, 27 Feb 2008 00:00:00 +0000</pubDate>
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 <title> Mais de cem milhões de mulheres são vítimas de mutilações sexuais</title>
 <link>http://dn.sapo.pt/2007/10/23/internacional/mais_cem_milhoes_mulheres_vitimas_mu.html</link>
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 <pubDate>Tue, 23 Oct 2007 00:00:00 +0000</pubDate>
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 <title> Cientista italiano diz que humanidade será bissexual</title>
 <link>http://www.bbc.co.uk/portuguese/reporterbbc/story/2007/08/070820_bissexualismoitalia.shtml</link>
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 <pubDate>Mon, 20 Aug 2007 00:00:00 +0000</pubDate>
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 <title> Américas têm mais mulheres em altos cargos, diz OIT</title>
 <link>http://www.bbc.co.uk/portuguese/reporterbbc/story/2007/05/070510_oitmulheres_pu.shtml</link>
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 <pubDate>Thu, 10 May 2007 00:00:00 +0000</pubDate>
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 <title> Igualdade de gênero e Estados frágeis necessitam mais atenção para atingir metas globais até 2005, diz relatório do Banco Mundial/FIM</title>
 <link>http://www.mondialisations.org/php/public/art.php?id=26297&amp;lan=PO</link>
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 <pubDate>Fri, 13 Apr 2007 00:00:00 +0000</pubDate>
 <guid>http://www.mondialisations.org/php/public/art.php?id=26297&amp;lan=PO</guid>
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 <title> Rico Programa LGBT en el Foro Social Mundial en Nairobi, un hito para el movimiento LGBT keniata</title>
 <link>http://www.ilga.org/news_results.asp?LanguageID=3&FileID=1011&FileCategory=20&ZoneID=9</link>
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 <pubDate>Thu, 18 Jan 2007 00:00:00 +0000</pubDate>
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 <title> Igualdade de género e bem-estar da criança "são indissociáveis"</title>
 <link>http://www.publico.clix.pt/shownews.asp?id=1279289&idCanal=90</link>
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 <pubDate>Mon, 11 Dec 2006 00:00:00 +0000</pubDate>
 <guid>http://www.publico.clix.pt/shownews.asp?id=1279289&idCanal=90</guid>
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 <title> Hong Kong: Camponesas desafiam a OMC</title>
 <link>http://alainet.org/active/10080&lang=es</link>
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 <pubDate>Thu, 15 Dec 2005 00:00:00 +0000</pubDate>
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 <title> Aliança de civilizações</title>
 <link>http://www.mondialisations.org/php/public/art.php?id=21119&amp;lan=PO</link>
 <description>O Parlamento das Religiões do Mundo, no manifesto Princípios de uma ética mundial, firmado em Chicago em 1993, entendeu que havia chegado a hora de desenhar uma estratégia comum para fazer face aos grandes problemas do mundo. Pensavam que uma vez alcançado um acordo de mínimos éticos, entre eles, poderiam enfrentar a pobreza crescente, a fome, crianças que são assassinadas e assassinam, corrupção política, saque do planeta, crime organizado, conflitos étnicos etc. Agora que tanto se fala da Aliança de Civilizações, não seria nada mal dar uma olhada no destino desse colossal e benemérito precedente.</description>
 <pubDate>Fri, 07 Oct 2005 00:00:00 +0000</pubDate>
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 <title> Direitos Humanos: Mulheres migrantes desprotegidas diante da violência</title>
 <link>http://www.envolverde.com.br/materia.php?cod=7670&edt=1</link>
 <description></description>
 <pubDate>Mon, 22 Aug 2005 00:00:00 +0000</pubDate>
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 <title> Trabalho precário atinge 70% das negras</title>
 <link>http://www.pnud.org.br/raca/reportagens/index.php?id01=1228&lay=rac</link>
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 <pubDate>Fri, 03 Jun 2005 00:00:00 +0000</pubDate>
 <guid>http://www.pnud.org.br/raca/reportagens/index.php?id01=1228&lay=rac</guid>
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 <title> Mulheres afegãs 'ainda são maltratadas', diz Anistia</title>
 <link>http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/story/2005/05/050530_afeganistaoebc.shtml</link>
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 <pubDate>Mon, 30 May 2005 00:00:00 +0000</pubDate>
 <guid>http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/story/2005/05/050530_afeganistaoebc.shtml</guid>
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 <title> Partage de la raison</title>
 <link>http://www.mondialisations.org/php/public/art.php?id=17822&amp;lan=PO</link>
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 <pubDate>Mon, 21 Mar 2005 00:00:00 +0000</pubDate>
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 <title> Metade dos infectados por HIV são mulheres, mostra relatório</title>
 <link>http://www.estadao.com.br/agestado/noticias/2004/nov/23/60.htm</link>
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 <pubDate>Tue, 23 Nov 2004 00:00:00 +0000</pubDate>
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 <title> Gêneros e globalização</title>
 <link>http://www.mondialisations.org/php/public/art.php?id=3441&amp;lan=PO</link>
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 <pubDate>Mon, 10 Jun 2002 00:00:00 +0000</pubDate>
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 <title> Paridade e igualdade</title>
 <link>http://www.mondialisations.org/php/public/art.php?id=2041&amp;lan=PO</link>
 <description>Com o avanço democrático, não se briga mais atualmente por um objetivo tornado comum, a igualdade dos sexos, mas sobre os meios para alcançá-la. Enquanto isto, a igualdade surge como o impossível, como a utopia de uma medida comum entre os dois sexos. O debate desses últimos anos sobre a paridade diz respeito a essa briga. Antes mesmo de discutir o sentido da paridade, deve-se constatar que o problema da igualdade entre os sexos continua sendo pouco elaborado. Com argumentos de dois registros diferentes, uma ingenuidade anacr\'nica a respeito da igualdade impede que se pense na política dos sexos. Trata-se, em primeiro lugar, da negação da desigualdade dos sexos, ou da afirmação da naturalidade do progresso em direção a uma igualdade. A crença no progresso espontâneo e contínuo em direção à igualdade dos sexos dentro de um contexto democrático, desafia qualquer observação realista e tem como corolário a reticência em querer uma lei para fabricar igualdade, como se a questão dos sexos escapasse a uma regra muito conhecida: não existe igualdade sem obstáculo; ela tem sempre que ser produzida.</description>
 <pubDate>Sun, 28 Oct 2001 00:00:00 +0000</pubDate>
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 <title> Sexos e Gêneros</title>
 <link>http://www.mondialisations.org/php/public/art.php?id=1460&amp;lan=PO</link>
 <description>As expressões anglo-saxãs de "sex" e "gender" devem decidir se a desvalorização das mulheres, que parece ser universal, é baseada na natureza. Todo tipo de razões "naturais" para essa depreciação - dentre as quais a "fraqueza" das mulheres - foram propostas. Outros negaram essas razões e invocaram as "boas" qualidades das mulheres para restituir uma certa eqüidade. Para isto, eles distinguiram, de um lado, um estado natural caracterizado pelas diferenças (dentre as quais o sexo) e sobre o qual a história faz recair a desigualdade, que produziria, por outro lado, o "sexo social" (o gênero). Segundo eles, não existem motivos suficientes para que o primeiro produza o segundo. Entretanto, constatamos o seguinte: as desigualdades sociais dos sexos são justificadas e legitimadas por razões "naturais", elas mesmas apresentadas como causas originais. Mas o argumento é circular, quer se reconheça ou não o bom fundamento da subordinação das mulheres aos homens, porque em geral se refere seja à natureza - para justificar a discriminação -, seja a uma ficção da natureza - para condená-la.</description>
 <pubDate>Fri, 20 Jul 2001 00:00:00 +0000</pubDate>
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 <title> Refugiadas</title>
 <link>http://www.mondialisations.org/php/public/art.php?id=66&amp;lan=PO</link>
 <description>Populações deportadas, refugiadas e deslocadas em massa talvez representem a imagem mais emblemática e mais pungente da nossa época. Atualmente, tornou-se difícil, ou mesmo impossível, distinguir entre refugiados políticos e econ\'micos, apesar das convenções internacionais sempre tentarem guardar viva esta diferença, com o objetivo de desviar uma parte da pressão sobre essa multidão despossuída e crescente. Os refugiados de guerra, de massacres e de genocídios, ou igualmente os que saem de violentas divisões/partilha dos seus países, todos pertencem à parte mais numerosa e mais trágica das migrações transfronteiriças. Tais situações banais tornaram-se moeda corrente em vários continentes, e nem leis internacionais, nem acordos ou resoluções da ONU foram capazes de retê-las com eficácia, ou de encará-las em sua nova realidade.</description>
 <pubDate>Mon, 22 Jan 2001 00:00:00 +0000</pubDate>
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